A verdade é que eu também estou me perguntando isso. Até ontem eu nunca tinha ouvido falar nesse cara.
E agora vocês devem estar se perguntando... então porque fazer um post sobre ele?
Só pelo fato de o sujeito ter escrito uma das músicas mais fodas da NWOBHM, um dos riffs mais fodaços da era em que riffs fodaços apareciam a cada esquina da Inglaterra: o hino Blitzkrieg.
Essa música tem uma história interessante, porque ela foi lançada originalmente como lado B (!!!) do primeiro single do Blitzkrieg, Buried alive, de 1981. As duas faixas são excelentes, mas o fato é que a música que dava nome à banda é que viria a se tornar o grande clássico do disquinho. Só que a banda acabou se desmantelando sem conseguir se aproveitar do sucesso que as duas faixas fizeram no underground inglês.
Nesse tempo em que a banda estava inativa, o Metallica gravou um cover da Blitzkrieg e lançou a faixa no EP Creepding death, ao lado da imortal Am I evil?.Um ano mais tarde, o líder e vocalista Brian Ross (que nesse meio tempo tinha gravado o debu do Satan), decidiu reativar o Blitzkrieg, agora já sem nosso amigo Ian Jones, o desconhecido falecido. No disco, a banda resgatava o clássico que leva seu nome, com uma versão que já reflete de certa maneira o cover feito pelo Metallica. E o Blitzkrieg ainda regravaria a Blitzkrieg diversas vezes ao longo da sua carreira... mas isso é história pra outro post.
O fato é que eu pouco consegui descobrir sobre o tal Ian Jones, mas só o fato de ele ter participado na composição de um dos maiores hinos de toda a NOWBHM (além da Buried alive, que também não é nada de se envergonhar) já me emocionou o suficiente pra redigir essa pequena homenagem ao guitarrista.Agora de repente o maluco pode fazer uma jam celestial com o Cliff Burton tocando seu riff absolutamente sensacional.

0 comentários:
Postar um comentário